29 de novembro de 2006

O que é Jornalismo???

Hoje,mais do que nunca preciso da colabração dos colegas que sempre passam por aqui dando uma moral a esse humilde blogueiro.
Uma nuvem de duvidas paira sobre minha cabeça.Duvidas profissionais;repito a pergunta título desse post;o que é Jornalismo?eu acredito que jornalismo é a popularização da palavra,é a notícia chegando a todas as classes socias.É o empresario entendendo da mesma forma que um gari(não desmerecendo a profissão) o que eu quero passar.Não sou adepto dessa culturização das palavras.Se estou assistindo a um jornal e ouço uma palavra que não conheço,na hora eu ja desvio a atenção e começo a pensar em outra coisa.E acredito que muita gente age assim..ou vcs acham que uma pessoa q ralou o dia todo embaixo do sol,tem contas a pagar vai se interessar quando ouve fgts,cpi,taxa de indexação,usocapião e etc???eu acredito que não.Mas aí começa a discussão.Se você simplifica seu vocabulário,logo dizem que é pobre,sem criatividade,e se vc enriquece,poucos entendem..o que fazer??qual o verdadeiro jornalismo??aquele simples que todos entendem..e fala no dia-a-dia ou aquele rico,usando e abusando de frases literárias,mas com alcance a não mais do que 20% da população??eu particularmente prefiro falar a linguagem da maioria.Entre usar uma palavra que ninguem vai entender ,prefiro uma gíria..sim..uma giria..pq não??se vc usa isso 24 horas por dia,porque na hora de escrever isso vira proibido??a discussão vai novamente ao caminhos do padrão..quem determina o padrão??sera que é alguem que fala a mesma linguagem da maioria??acredito que não..mas estou curioso pra saber a opinião e dica de voces para chegarmos..se não um jornalismo perfeito,pelo menos perto disso..
PS(TO CANSADO DE PUXA SAQUISMO!!!FIZEMOS UMA COLETIVA COM UM ASSESSOR DA ASSEJUV E ELE NÃO SABIA SEQUER DADOS DESSA AÇÃO,AÍ COLOCAMOS ELE NA PAREDE,FIZEMOS PERGUNTAS QUE REALMENTE INTERESSAVAM,COMO SE ELE ERA PAGO PRA ISSO,SE TINHA INTENÇÃO DE OCUPAR CARGO PUBLICOS E SE ELE NÇAO TINHA GASTO,TINHA PATROCINIO E AINDA RECEBIA SALÁRIOS PQ NÃO FAZIA MAIS VEZES ESSA AÇÃO??TODAS SEM RESPOSTA..E FOMOS CRITICADOS..QUERIAM Q PERGUNTASSEMOS O Q??QUANTAS HORAS DURA A AÇÃO???VAI MAIS HOMEM OU MULHER??VC ESPERAR RECEBER O PREMIO NOBEL POR ESSA GRANDE AÇÃO SEM CUNHO POLITICO??AHHH FAÇA-ME O FAVOR..AI AI AI..ACHO QUE VIVO A EPOCA ERRADA...)
valeu pessoal,expressem aí suas opiniões,concordem,discordem,critiquem,mas não vamos perder,nem deixar ninguem tirar essa opção de debater ideias que pelo menos aqui por enquanto é valida

24 comentários:

Emerson disse...

Concordo.
Tá na hora de começarmos mudar de vez isso. Pelo menos na faculdade estavamos agindo de maneira mais suave, agora vai ser assim com qualquer um.
Seria legal colocar vc lendo esse seu post no orkut e mandar pro lerdos da sala e pros "grandes jornalistas" da vanguarda".
Sinceramente, se nada mudar, é pq o povo realmente adora o comodismo e tem preguiça de ser criativo.

abraço!

Emerson disse...

opa, no orkut não, no youtube.

Aurelio disse...

O jornalismo deve ser feito para todos compreenderem a notícia. Tirando à exceção casos de jornalismo específico,como o econômico, as notícias comuns devem ser feitas com um vocabulário simples. Culto, porém simples.

Vou também falar sobre a coletiva que realizamos. Vimos os mesmos puxa-sacos da turma, aqueles bajuladores hipócritas e demagogos de sempre, gente que não perde a oportunidade de lamber as botas de um filhinho-de-papai como o Alexandre Blanco, que ganha dinheiro público para não fazer absolutamente nada.Não vou citar nomes, mas bem sabemos quem eles são.

Se nos criticaram, é porque estávamos incomodando.
A questão é que infelizmente mais de metade da nossa sala quer ser aquele jornalista puxa-saco, que não tem capacidade nem coragem de fazer perguntas que realmente esclareçam a questão. Preferem ficar bem com o entrevistado, mesmo que seja um babaca qualquer.

Abraço

André Augusto disse...

Bom, para mim 'gíria' não é criatividade alguma. E eu também sou contra o "empobrecimento" de nossa língua. Mudanças devem ser feitas, concordo, mas não se pode exagerar.

Indo pro lado mais político, eu prefiro que continue do jeito que está. E eu defendo a separação das classes e a desigualdade social. Ganha quem trabalha, quem procura. Quem não teve oportunidade, que arranje um jeito de encontrá-la, senão essa porra de país vira comunismo, ou seja, vai piorar mais ainda do que ja é.

A globalização é apenas uma etapa da transformação da nossa espécie. Não se pode confundir as coisas.

Simplificar a comunicação, as vezes, pode dar brechas para que o 'receptor' entenda errôneamente aquilo que deve ser passado.

Enfim, resumindo, o jornalismo não deve se render e fazer conteúdo verbal (ou escrito) mais fácil e se adaptar ao povo, e sim, o povo que deve ser mais culto, aprender sobre o significado das coisas e das palavras para se adaptar a esse sistema tão complexo em que vivemos.

De burro e lerdo o mundo tá cheio.

Devíamos dar graças a Deus que temos que uma lingua tão complexa como a nossa.

E, só pra finalizar: Para evitar mal-entendidos, nada melhor que uma comunicação direta, que descreva tudo exatamente como é e inteligente.

Aurelio disse...

É claro que o povo deve sempre enriquecer a sua cultura, e para isso nada melhor do que se aproximar da leitura do jornal.

O que a lingüagem deve ser é objetiva e direta, sem margem para interpretações ambígüas.
Deve haver um equilíbrio. A lingüagem de jornal não deve ser nem simplificada em excesso , nem complexa em demasia. O jornal deve ter um vocabulário completo, mas o suficiente para passar claramente a mensagem.

A lingüagem deve ser adequada ao público do jornal. O "Estado de São Paulo" atende um determinado segmento de leitores, um "Jornal do Povo" atende outro. Mas como disse, o ideal é o equilíbrio e a utilização de vocabulário certo no momento certo, como uma lingüagem específica para um caderno de economia e uma lingüagem específica e desburocratizada para outros tipos de matérias.

E lembrando que usar um vocabulário rico não significa utilizar um vocabulário com palavras incomuns pouco utilizadas.

E o jornalismo deve se adaptar aos leitores (o povoe) em termos, sem ter que se vulgarizar. Não adianta fazer um determinado tipo de matéria no valeparaibano, com uma lingüagem mais complexas se o leitor não vai comprar.O jornal é um negócio. Se o produto não é atrativo, ninguém compra. Por isso é necessário o ponto de equilíbrio.
E não possuir um vocabulário rico não significa necessariamente burrice ou lerdeza, em muitos casos é falta de oportunidade .

Aurelio disse...

Droga, escrevi correndo e coloquei varios "E"s, rs.
Também errei um plural,haha.

André Augusto disse...

Aurélio, não precisa escrever uma bíblia p afirmar o que eu disse.. uhaauha

Nícolas Macrina disse...

fala pessoal..valeu pelos coments..na verdade quando eu digo Jornalismo eu n digo só linguasse em jornal impresso não..eu falo jornalismo de um modo geral,matérias pagas,patrocinios,puxa-saquismo,troca de favores e etc..eu concordo com o André que o legal seria a culturização popular mas hoje isso ainda é uma utopia,então acho que sim..o jornalismo deve ter uma linguagem + ou - como o aurelio disse..pra abranger a todos,mesmo porque se vcs se lembram muito se comentou que nas ultimas eleições ganhou quem ganhou por falta de informação ao povão..portanto informação simples,objetiva e principalmente de prestação de serviço(que pra mim é fundamental mas anda meio esquecido no jornalismo atual)neles.vamos continuar debatendo pq é melhor do que certas aulas

Ana disse...

Prefiro deixar as gírias e as expressões populares para as mídias que têm liberdade p/ usar essa linguagem. Como o Aurélio, sou a favor de linguagem simples e clara, contudo, culta (não vamos subestimar as classes mais "informadas"). A forma de escrever pode favorecer, ou não, a 'credibilidade' de quem escreve. Quanto às siglas, quando usadas, devem ser explicadas. No geral, é cedo p/ EU definir o que é jornalismo. É, sim, compartilhar informações, mas não é tudo. A maneira como a informação é transmitida, e a seleção do que deve ser noticiado é um grande problema.
Obs.: Maneiro esse tópico, atualiza c/ mais freqüencia o blog.
Abraço.

ana disse...

André, se você defende a divisão de classes e a desigualdade social é porque não tem idéia da gravidade desse desrespeito ao ser humano POBRE, ou tudo o que vê na tevê e nas ruas já não é capaz de te comover. Eu também não sei como é; sabe quem sofre as conseqüencias de ser pobre e sem estudo num país como o Brasil. E prá ser alguém neste país, não basta ter força de vontade e "arranjar um jeito" de encontrar oportunidade.
Salvo as nossas convicções políticas e ideológicas, estamos em comum acordo heheh (será? :P)

Nícolas Macrina disse...

bom Ana..jornalismo é complicado mesmo..ainda mais na faculdade onde querem atirar na sua guela o q vc deve fazer..e quanto a preconceitos e tal..isso ainda ocorre..nosso país vive um preconceito velado..não para pretos..mas sim para pobres,nós q somos pobres temos a ideia..mas n temos a oportunidade,espero q nós tenhamos oportunidade de fazer algo para que nosso jornalismo seja de interesse..mas interesse do povo,da maioria excluida q existe no Brasil..vamos continuar o debate

André disse...

Ana, a vida é muito simples.

Seria impossivel imaginar uma sociedade igual.
Você vive querendo ser o melhor, e isso move a humanidade, a vida.

O que eu acho é que os governos devem criar políticas de racionalização. As pessoas deviam se contentar com 1 ou 2 filhos.

Só existe a massa pobre enorme (que aumenta cada vez mais) nos dias hoje, é porque o pobre tá lá, todo dia... fazendo e fazendo mais filhos...

Desigualdade sempre haverá e se você come seu arroz quentinho e suculento todo santo dia, foi porque um "pião" foi lá, arou a terra, plantou, regou, esperou o clima, o tempo, ensacou... daí outros "piões" levaram esse arroz até lá o mercado (debaixo de chuva, sol, fome..)

Infelizmente (ou felizmente, como queira aceitar) esse nosso mundo só é o que é, por causa da desigualdade social.

Utopia é achar que falar uma linguagem mais fácil, o povo vai entender. Mais utopia ainda é achar que o mesmo povo não é manipulado. Muito mais utopia ainda é NÃO QUERER ACREDITAR que quem manda é quem tem $$$.

Essas filosofias, pessoas que "pagam de santinhas" tanto na tv, net ou rádio, dizendo que é um pecado fazer isso e aquilo, que desigualdade social é um pecado... em nada contribuem. Não há o que contribuir, isso faz parte do processo evolutivo de nossa espécie e não vai mudar em 1 dia, 1 ano ou 1 década, e sim, talvez, um século.

Antes haviam os senhores feudais e os servos... Os servos viviam só para e por Deus, e se sentiam felizes assim, não havia dinheiro e era considerado rico, quem tinha mais terras... as coisas com o tempo mudaram, tentaram implantar o comunismo com a vinda do dinheiro, mas não deu certo... Tudo é um processo evolutivo e sofrimento não é opcional e sim regra, cada um sofre da maneira que permite sofrer.

Dinheiro não nasce, não aparece. Ninguem vai vir te dar o presente se você não for lá e fazer acontecer.

Cada classe, para mim, deve continuar no lugar que está e, claro, buscar ser o melhor, sem ninguem "dar uma força" para ninguém. Mesmo porque, o contrário, como sabemos, mesmo que a gente queira, é impossível.

Edilene disse...

Pois é Nícolas o que é Jornalismo? Eu prefiro perguntar, o que é ser jornalista? Creio que jornalismo é criado em moldes que vc aprende, ou finge que aprende na faculdade, mas que na prática não tem nada a ver. Vc monta bilhoes de laudas certinhas na escola, monta programetes, programas e programões, mas na vida real é tudo muito diferente. O jornalismo, para mim, é uma conjunção de padrões esteriotipados de como deve ser uma profissão. Bato na tecla do que é SER jornalista porque cada profissional (e isso serve para qualquer área) desenvolve sua melhor maneira de trabalhar e, POR CAUSA DISSO, se destaca ou não.
Fazer jornalismo, sem dúvida, é estar disposto a ajudar a quem não tem informação e consciência do que rola no mundão afora. Mas o que é informação?
A padaria que fechou na rua de trás pode ser uma notícia mais especial para um pai de família que a queda do Euro frente ao Dólar...entende? As duas coisas afetam a população, mas a que atinge diretamente a pessoa é a padaria! Pense bem, dona Maria terá que andar 15 minutos a pé para pôr o pao na mesa...o dólar ta la nos Estados Unidos...é assim que o povão pensa, e se o Jornalista fala ao povão, ele tem que pensar e agir como o povão.
Concordo plenamente com vc, qdo ressalta a questão das gírias. olha o efeito das frases abaixo:

Governo veta a lei que proíbe a distribuição da pílula do dia seguinte em São Jose

Governo permite que a pílula seja distribuída ...

viu só a confusão! até o tio do açougue descobrir o que significa "veto" a notícia já ficou velha...

É amigo, precisamos rever alguns conceitos, duvidar de outros e criar muitos conceitos novos...

Quem tem a chave mestra deve sempre abrir a porta? Por que não pular a janela de vez em quando para sair da rotina?

Edilene Faria

Nícolas Macrina disse...

É Di..essa coisa de a padaria ser noticia pra mim é mt importante,eu que moro em Jacareí,me interesso mais por coisas que acontecem no meu bairro do que por coisas q ocorrem em N.Y...e tava procurando um exemplo e vc foi precisa no caso da pilula..vc acha que alguem q rala o dia todo..tem contas e contas a pagar vai se preocupar em decifrar??e aí..ele vai ficar sem notícia??n é justo..portanto nos moldemos a eles..quero mais opiniões..to aprendendo mt aqui

emesrson disse...

O que não pode acontecer, é ficarmos quietos e sermos moldados nesse padrão.
Concordo com a edilena, devemos sim sair um pouco da rotina, mas pra melhorar, claro.
E a informação é boa quando ela é bem entendida, e se não for na linguagem do "povão" não será 100% entendida.

Wiik disse...

Realmente...
acho que vivemos numa época errada!!!Não é justo não poder me expressar ou até mesmo querer "ajudar" a maioria levando informações e noticias uteis usando um padrão de linguagem imposto por alguém que nem se preocupe, que sequer conheça a grande maioria!!!

Como faremos com que a "grande maioria" se aproxime do jornal, se não falamos a mesma ligua???
Complicado não é mesmo...
Condordo com o Emerson...somos acomodados sim...perguiçosos...e não arrumamos uma nova maneira de poder dizer, informar, entreter sem que haja um padrão imposto por quem deve estar atras de uma mesa, sentado numa cadeira, que entende pouco do assunto e das grandes necessidades das pessoas!!!

Nicolas, mto bom viu?!?!?
Bjinhuss meninos

ana disse...

Ninguém falou do dicionário de sinônimos ¬¬ (as palavras são substituíveis, óhh!).
E mais duas coisas:
1) sou a favor da comunicação popular, mas ñ penso que "facilitar" a linguagem seja o suficiente p/ fazer alguém entender a notícia. Quem não tem o hábito da leitura dificilmente vai INTERPRETAR a informação. E daí que sabe ler?
2) a gente "pula pela janela" e a prof. diz que foi errado (embora ñ tenha sido um "erro" realmente, mas uma modificação). A gente ñ faz diferente na faculdade, imagina quando formos subordinados a algum jornal? É sempre o mesmo molde, a mesma linha, o mesmo padrão p/ selecionar, escrever e transmitir notícia. MÃNS, ñ custa tentar.
obs.: Andrezito, desse jeito até concordo contigo, mas às vezes vc diz coisas que ñ entendo, de vez em quando é capitalista demais O.o

ana disse...

Ah, sugiro que façam (nós?) uma pesquisa p/ saber porque o POVÃO não lê jornal. Só que o seguinte é esse: se o problema é a linguagem que distancia, então por que muitos não lêem nem sequer gibizinho? Nem revista do bairro? Nem panfleto de supermercado???

RÁ!

Wiik disse...

Tudo bem...
Talvez não seja apenas um problema de linguagem...mas nós estudantes de jornalismo...futuros jornalistas, temos obrigação de descobrir o pq que as pessoas estão tão distantes e cada vez mais dos jornais!!!

Nícolas Macrina disse...

boa ideia..podemoa fazer uma materia.escrita ou d tv..sobre isso..pq n leem jornais..quem abraça essa?

André Augusto disse...

As pessoas estão mais distantes dos jornais porque a mídia televisiva tem um poder destruir. Da mesma forma que a midia internet já está mostrando suas garras.

Ana, anota meu msn... psicodelico_br@hotmail.com .. teremos oportunidade de dialogar sobre esse e outros assuntos... temos várias opiniões em comum.

Anônimo disse...

Parabéns Nícolas..mto bom esse post..

Bom, não sou da área de jornalismo, mas vou fazer parte (qd formar...assim espero..rsrs)de uma área q mtas vezes é notícia nos jornais...saúde..
aprendi mto com os comentarios aqui feitos...e como faço parte do outro lado (a maioria aqui faz jornalismo, e eu, no caso a leitora) acho q a minha opinião já um começo p pesquisa d vcs..hehe

acho q as notícias devem ser expostas de uma maneira mais simples, mais ascessível sim, mas tbm acho q não deve ser simplificada demais, pois isso acomodaria as pessoas q já não tem o hábito de ler, consequêntemente não enriquessem seu vocabulário. Daí vcs me perguntam: mas se essas pessoas já ñ têm o hábito d ler, pq pegariam em um jornal?...é aí que entra o equilíbrio da coisa..hehe..se a linguagem fosse mais ascessível talvez essas pessoas começassem a ler os jornais com mais frequência, mas se a linguagem não fosse tãooo simplificada, essas pessoas tbm estariam enriquecendo seu vocabulário..

agora falando da questão dos puxa saco e dos certinhos demais..
acho q realmente, em caso d uma coletiva, entrevista etc...oq deve ser perguntado é realmente o interessa e o q vai fazer a diferença, não acho q se deve poupar o intrevistado p não ficar em uma situação constrangedora...

bom, acho q é isso..hehe

bjo a tds

ana disse...

O Nícolas, escreve mais coisa aqui pra gente se estapear, cara hehe. Vc percebe que qdo escreve aqui a galera participa. Bota a boca no mundo, rapá, ñ carece falar necessariamente de jornalismo, afinal, a nossa profissão (futura) abrange um bocado de qualquer coisa. Escreve, cara!

Giovana disse...

Oi Nicolas,
Vim ler seu blog desde o início, então aguenta aí vários comentários meus sobre seus posts antigos, tá.
Adorei esse post, acho que não precisa usar exatamente "gíria", mas penso que se a notícia for de fácil entendimento quem sabe os "menos cultos" possam começar a se interessar verdadeiramente pela leitura??
O que adiantava o Arnaldo Jabor falar um monte de verdades no Jornal da Globo se poucas pessoas compreendiam o que ele queria dizer?
De repente, tornar a linguagem jornalística mais clara seja o caminho para despertar o povo para as verdades do país, da política, dos problemas sociais, da economia...e por aí vai.E assim despertar o interesse pela informação e pela cultura.
Vou ser educadinha e nem vou mencionar o comentário do André(preconceituoso ao extremo).
Beijo Nicolas,
Até o próximo post.